terça-feira, 10 de julho de 2012

Arquitetura - Contemporânea


A tendência mais difundida na arquitetura contemporânea é o pós-Modernismo, que prega a colisão de estilos anteriores e a adoção de assimetria e formas geométricas não-lineares (desconstrutivismo). Bons exemplos desse estilo são a Torre do Banco da China, em Hong Kong, e o edifício sueco Turning Torso.
O século XX foi o período em que o homem mais poluiu a Terra e explorou suas reservas naturais, levando muitas ao esgotamento. Isso nos leva a outra corrente que chama muito a atenção: a de obras ambientalmente sustentáveis, ou seja, que causem o menor impacto possível no meio ambiente. Provavelmente, o maior exemplo disso seja o “30 St Mary Axe”, em Londres, edifício de 180 metros que consome metade da energia que um prédio do mesmo porte.


A torre do Banco da China encontra-se em Hong Kong, China. Foi projectado por Ieoh Ming Pei e concluído em 1990, o edifício tem 367 metros e foi o edifício mais alto da Ásia desde 1989 até 1992. Como o próprio nome indica, o edifício alberga o Banco da China.


Turning Torso é um arranha-céu localizado na cidade de Malmö na Suécia no lado sueco do estreito de Öresund. Foi desenhado pelo famoso arquiteto Santiago Calatrava com base em uma de suas esculturas, chamada "Twisting Torso".
A torre tem uma altura de 190m e possui 54 andares. Após sua conclusão ganhou o título de "edifício mais alto da Escandinávia", sendo o segundo maior edifício residencial da Europa, atrás apenas do Triumph-Palace em Moscou com 264m de altura.
A estrutura do prédio apresenta nove grandes cubos em angulação progressiva. Eles abrigam 149 apartamentos de luxo.



O 30 St Mary Axe, também conhecido como Gherkin é um arranha-céu da cidade de Londres, Reino Unido. Projetado por Norman Foster, foi construído entre 2001 e 2004. É a sétima maior estrutura de Londres, e a segunda de seu distrito (City of London). Pertence à seguradora suíça Swiss Re.

O extremo dessa tendência está na China, que é, ironicamente, o maior poluidor do planeta. Dongtan é o nome da “ecópole” que os chineses estão construindo na Ilha de ChongMing, com a ambiciosa meta de emissão zero de CO2. Como? Fazendo prédios baixos que não precisem de elevador, sistema inteligente de distribuição de água que permite gastar metade de uma cidade normal, transformando lixo e esgoto em gás de cozinha e usando apenas energia solar. O povoamento será gradual, de forma a estabelecer um crescimento organizado, até a marca de 500 mil habitantes em 2050.


O projeto surgiu como iniciativa do governo chinês, dono de 56% da segunda maior construtora do país, a Shangai Industrial Investment Corporation (SIIC). Em agosto de 2005, os representantes da SIIC contrataram a Arup, consultoria inglesa especializada em design e inovação, que reuniram um grupo de 150 especialistas para o projeto, entre sociólogos, filósofos, economistas e até ornitólogos.
Em construção, na ilha de Chongming, à 25 quilômetros de Xangai, Dongtan é o projeto de uma cidade auto-sustentável em seu consumo de energia e água, além de não emitir nenhum tipo de gases causadores do efeito estufa.

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